
| Classe: | Middleweight |
| Peso: | 55Kg |
| Ativo: | Não |
| Ano: | 2003 |
| Arma Principal: | Martelo de ponta substituível |
| Arma Secundária: | Aproveitar a própria inércia para acionar a arma, sem problema de capotagem |

Pioneiro nas competições pela PUC-Rio, é uma versão melhorada de seu protótipo, o robô Lacrainha – primeiro robô construído pela equipe. Focamos os esforços na construção de um robô simples e com projeto que valorizasse a própria defesa.
Sua construção serviu de base para o imenso aprendizado acumulado pelos membros da Riobotz, criada em 2003.
No mesmo ano, participou do III ENECA, realizado em Itajubá, Minas Gerais. Competiu em apenas três rounds, vencendo todos eles. Parou de funcionar por problemas na eletrônica de potência e foi injustamente proibido de lutar um round devido à péssima qualidade do equipamento de pesagem, que acusou 0,5kg acima da tolerância, enquanto no round anterior o robô tinha sido aprovado com as mesmas baterias e equipamentos. Após essas turbulências conquistou a sexta colocação no ranking final.
Após a competição foi adaptado por Felipe Belo, ex-integrante da equipe, ao robô Sentinela. O objetivo era atuar em operações de reconhecimento em território urbano, aproveitando a grande liberdade de movimentação (inclusive de cabeça para baixo) oferecida pela base do Lacraia. Com uma câmera digital em sua estrutura, imagens eram enviadas imagens em tempo real do local inspecionado. Este projeto conquistou o segundo lugar no setor de tecnologia do 13° Premio Mostra PUC.
